terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

PERFIL DO CANDIDATO

PERFIL DO CANDIDATO


Os candidatos aos exames das CPA devem atender, inicialmente, aos requisitos legais de idade, sendo exigida, portanto, a idade mínima de 15 anos para o Ensino Fundamental e de 18 anos para o Ensino Médio. (Cf. argumentação do Parecer CNE 11/2000).
Outras características relacionadas aos aspectos legais do direito à certificação também fazem parte do perfil do candidato. São elas:

► Jovens e adultos excluídos dos processos de escolarização regulares ou complementares que se habilitem à terminalidade do Ensino Fundamental e Médio em todas as disciplinas constantes do núcleo comum nacional da escolarização obrigatória.
► Candidatos oriundos de cursos supletivos extintos que concluíram componentes curriculares do Ensino Fundamental e Médio.
► Candidatos que não concluíram cursos de EJA.
► Candidatos que estão realizando curso de EJA e precisam realizar exames sobre componentes curriculares que não estejam cursando.
► Candidatos de escolas regulares que não lograram aprovação em componentes curriculares do Núcleo Básico Nacional para fins de terminalidade no Ensino Fundamental e Médio, não estando incluídas disciplinas da parte diversificada e de cursos profissionalizantes.
► Candidatos portadores de necessidades especiais e candidatos indígenas.
Essas múltiplas características, que definem os possíveis candidatos aos exames das CPA, ou seja, os sujeitos sociais que têm direito legal e legítimo de certificação da escolarização básica, relacionam-se com a legislação vigente. Ou seja, do adolescente ou jovem adulto oriundo do ensino regular ao trabalhador excluído dos processos de escolarização, em função das necessidades de ingresso e de permanência no mercado de trabalho, todos têm o direito de candidatar-se a essa certificação.
Entretanto, devido à extrema heterogeneidade desse perfil tão abrangente, torna-se necessário definir algumas prioridades no que se refere aos modos de orientação e de atendimento aos candidatos, bem como à definição de prioridades quanto à organização pedagógica dos conteúdos e dos exames.
Os instrumentos de verificação têm sido elaborados de modo a permitir um melhor aproveitamento (índice de aprovação) do conjunto dos candidatos, tomando por base os programas de estudos entregues a eles. Entretanto, apesar da pertinência desses objetivos e das tentativas que vêm sendo realizadas, os resultados têm-se mostrado insatisfatórios. Aparentemente, a heterogeneidade dos candidatos dificulta as tentativas de adequação dos instrumentos às potencialidades e saberes desses candidatos, contemplando prioritariamente aqueles com perfil de escolarização diferente do inicialmente desenhado como perfil do candidato aos exames das CPA.
Parte-se do pressuposto de que os saberes são múltiplos, tanto nos seus conteúdos quanto em suas formas de expressão possíveis, em desacordo com o pensamento dominante, que entende o conhecimento científico formal – supostamente presente nos programas escolares – como o único portador de verdade e, portanto, o único que pode atestar as condições satisfatórias para a concessão de certificados de escolarização aos candidatos em quaisquer tipos de exames. Deste modo, questiona-se a idéia de que a ausência de determinados conhecimentos seja ignorância, buscando, com isso, considerar o potencial de outros saberes em possibilidade. Possibilidade de diálogo com o mundo e de manifestação de outras formas válidas de saber sobre o mundo e de nele estar (Cf. Esteban, 2001).
Os múltiplos conhecimentos tecidos pelos sujeitos sociais ao longo de suas vidas, e que lhes ajuda a interagir com o mundo físico e social à sua volta, são aprendidos nos diversos espaços sociais de interação nos quais esses sujeitos estão inseridos e expressados de acordo com as possibilidades e capacidades de cada um, em sua singularidade. Entretanto, mesmo cientes dessa diversidade que caracteriza as aprendizagens e suas formas de expressão, elaborar um instrumento de verificação de conhecimentos de candidatos para obter um certificado de escolarização impõe limites e necessidade de definições apriorísticas de quais saberes serão considerados como fundamentais para a concessão do referido certificado. Ainda é preciso que se escape da armadilha cientificista que desconsidera os saberes da prática e da vida cotidiana, e compreender de que modo pode-se estabelecer um diálogo entre os diferentes saberes para, desse modo, melhor verificar os conhecimentos que portam os candidatos aos exames das CPA, levando em conta as formas específicas de seus aprendizados sem negligenciar os saberes formais.

A exigência que também desafia os exames é a de restaurar a complexidade dos processos de aprender, evitando tanto o reducionismo cientificista quanto o elogio de saberes não escolares, produzindo exames que não atestam o domínio de alguns saberes fundamentais à certificação.
Historicamente excluídos do direito à escolarização, esses sujeitos a quem devem estar destinados os exames das CPA “aprenderam”, ao longo de suas vidas, que “não sabem” através de um duro processo.
O saber “que não sabem” é uma dura aprendizagem de uma falsa verdade, servindo para ocultar que o conjunto teórico/prático denominado “ignorância” muitas vezes não é outra coisa além de conhecimentos construídos a partir de experiências, realidades, cosmovisões, objetivos de vida, relações sociais, estruturas de poder, tradições históricas e vivências culturais diferentes dos conhecimentos valorizados pelo pensamento hegemônico. (idem, p. 17).

Elaborar esses instrumentos de verificação requer, portanto, que se esteja atento ao perfil dos candidatos que se submeterão aos exames, sem negligenciar a especificidade de suas histórias de vida e de aprendizagem, nem as necessidades de verificação do domínio de um certo número de saberes formais organizados, visto tratar-se de uma certificação de escolarização.
Politicamente, pode-se considerar que os exames escolares de modo geral e, de modo particular, os exames para certificação, vêm desempenhando, historicamente, a função de excluir do direito à escolarização — e à certificação desta —, determinados segmentos sociais. A tarefa de adequar os instrumentos de verificação ao perfil dos candidatos que necessitam desse tipo de certificação é um compromisso não apenas pedagógico, mas sobretudo, político. Ou seja, incorporar outros saberes e outras formas de julgar os conhecimentos dos candidatos não se reduz a uma tarefa técnica de produzir instrumentos eficientes de verificação, mas inclui o necessário compromisso político de minimizar os efeitos nefastos produzidos pela estrutura social de dominação e seus mecanismos de manutenção desta sobre as populações excluídas da escola.
Portanto, independentemente do número de candidatos de outros perfis, oriundos de processos formais de escolarização, a elaboração dos exames pelas CPA deve buscar atender às especificidades e características das formas de conhecimento dos cidadãos excluídos das escolas, a quem, originariamente, elas deviam se destinar.
Acredita-se que esses candidatos são os “nossos” e que se deve buscar não apenas a formulação de instrumentos de verificação compatíveis com a especificidade de suas formas de conhecer, mas que se deve ter em mente esse perfil no processo de reorganização dos programas propostos para as diversas disciplinas e dos guias didáticos de orientação aos candidatos.

terça-feira, 13 de julho de 2010

CONTEUDO DE HISTÓRIA- ENSINO MEDIO-CPA

Educação de Jovens e Adultos
Comissão Permanente de Avaliação – CPA

EXAMES SUPLETIVOS DE ENSINO MÉDIO
HISTÓRIA


Caro(a) Candidato(a),

Estudar História é perceber que o processo histórico é resultado da ação coletiva de homens e mulheres que viveram em determinado tempo e espaço e dos fatores sociais, políticos, econômicos e culturais, lançando um olhar atento sobre o presente.

É também procurar entender a riqueza de poucos, as dificuldades de muitos e o esforço para eleger valores e princípios a serem preservados (a democracia, por exemplo) e modificar o que deve ser transformado (a gritante desigualdade social existente).

Desse modo, não podemos nos colocar apenas como espectadores da História, mas co-participantes no exercício efetivo da cidadania, já que somos seres históricos.

Enfim, interpretar e criticar os fatos e situações reais da nossa região, do país e do mundo, compreendendo a si mesmo como ser histórico integrado à sociedade global.

Este Programa o(a) ajudará nos estudos preparatórios aos seus Exames. Os exemplos são algumas pistas para orientá-lo(a) nos seus estudos. A bibliografia é referência mínima que deve ser ampliada com outros portadores de texto a exemplo de jornal, revistas...

Com dedicação e esforço você conseguirá, com certeza, o melhor nos Exames.
Boa Sorte!




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CONTEUDO DE FILOSOFIA -ENSINO MEDIO-CPA

Educação de Jovens e Adultos
Comissão Permanente de Avaliação – CPA
EXAMES SUPLETIVOS DE ENSINO MÉDIO
PROGRAMA DE FILOSOFIA

Caro (a) Candidato (a)

A inserção de Filosofia, nos Exames Supletivos, através das Comissões Permanentes de Avaliação atenderá as determinações da LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), além de abrir um espaço para o desenvolvimento intelectual dos candidatos. A Filosofia estimula a discussão de conceitos, dando oportunidades de descobrir os ideais que nortearão a sua vida e o seu fazer educacional, onde deixa de ser o de memorizar “o conteúdo” das disciplinas e passa a ser de orientá-los na busca de suas necessidades intelectuais, através do desenvolvimento do raciocínio, do questionamento e da investigação.
O estudo da Filosofia é uma busca de formar uma geração mais atenta, crítica e apta a discutir, escolher e decidir por si mesma.


Objetivos

a) Contribuir para a construção e exercício desde problematizar através de leituras significativas de textos filosóficos reflexivos ao conteúdo;
b) Desenvolver a capacidade de produção argumentativa escrita e falada;
c) Investigar temas contemporâneos;
d) Possibilitar o desenvolvimento de habilidades que permitem a aquisição de competências que ajudem na apropriação reflexivamente do conteúdo.

Conteúdos
1.0 – A origem da filosofia: definição e características.
2.0 – Mito e Mitologia
3.0 - Conhecimento, cultura e natureza
3.1. O Conhecimento como problema
3.1.1. Fontes do conhecimento
3.1.2. O conhecimento científico e o problema da justificação
4.0 – Ciência e racionalidade
4.1. Ciência e sociedade
4.2. Arte e sociedade
5.0 – Lógica
5.1. Lógica e linguagem
5.2. Linguagem e argumentação
5.3. Lógica e pensamento
6.0 – O problema do valor e agir moral
7.0 – O bem, a verdade e a felicidade
8.0 – Ética
8.1. Ética e racionalidade
8.2. Ética e moralidade
8.3. Problemas éticos da atualidade, ioética, ecologia, política, meios de comunicação, etc)
9.0 – O problema do multiculturismo
10.0 – Política e natureza humana
11.0 – Justiça e liberdade
12.0 – Poder, Estado e Democracia
13.0 – Os desafios filosóficos da atualidade


REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
CAREL & GANEZ - O que a Filosofia é. Porto Alegre; Art Med.
FERRY, Luc – Aprender a Viver. Filosofia para Novos Tempos. Ed. Objetiva; Rio de Janeiro, 2006.
CHAUÍ, M – Convite à Filosofia. 13ª Ed. São Paulo: Ática, 2003
LIPMAN, Mathew – A Filosofia vai à Escola. São Paulo: Summus, 1990
Artigos e Revistas Especializadas.

CONTEUDO DE BIOLOGIA ENSINO MEDIO-CPA

Educação de Jovens e Adultos
Comissão Permanente de Avaliação – CPA

EXAMES SUPLETIVOS DE ENSINO MÉDIO

BIOLOGIA

Caro(a) Candidato(a),

O estudo da Biologia, levará você a descobrir que a vida se organizou através dos tempos, sob a ação de processos evolutivos contínuos que resultaram na diversidade de formas que hoje existem, incluindo a espécie humana. Esses organismos não estão isolados, ao contrário, entre eles existem relações de interdependência. Ao penetrar no mundo biológico, você terá condições de desenvolver o respeito: aos seus semelhantes, a todas as formas de vida e a melhoria das condições de vida dos seres humanos e do planeta.

Este Programa o(a) ajudará nos estudos preparatórios aos seus Exames. Os exemplos são algumas pistas para orientá-lo(a) nos seus estudos. A bibliografia é referência mínima que deve ser ampliada com outros portadores de texto, a exemplo de revistas, jornais...

Com dedicação e esforço você conseguirá, com certeza, o melhor resultado nos Exames.
Boa Sorte!
OBJETIVOS

1.1. Identificar, analisar e estabelecer diferenças entre as diferentes idéias relativas à origem da vida.
1.2. Analisar textos históricos e situações do cotidiano para identificar e caracterizar as idéias evolutivas, em particular as de Lamarck e de Darwin.
CONTEÚDOS
1. ORIGEM DA VIDA
1.1. De onde vem a vida
Teorias : Abiogênese
Biogenese, Pasteur, Redi Spallanzani Oparin Haldane Miller, Hipótese heterotrófica.

1.2. Fundamentos da Evolução Biológica.
(Lamarck e Darwin)
OBJETIVOS
2.1. Reconhecer que a célula é a unidade da vida e que não existe vida fora da célula

2.2. Localizar na célula a membrana, o citoplasma e o núcleo, bem como suas respectivas constituições e funções.
2.3. Caracterizar as organelas citoplasmáticas e suas respectivas funções.

2.4. Compreender o processo da mitose, constatando que ele possibilita a mesma composição genética da célula original.

2.5. Compreender a meiose como um processo que garante a manutenção do número de cromossomos da espécie.
2.6. Caracterizar célula procarionte e célula eucarionte.

2.7. Reconhecer as diferenças entre a célula animal e vegetal.
CONTEÚDOS
2. ORGANIZAÇÃO DA VIDA(CITOLOGIA)
1.1. Célula: unidade dos seres vivos.
1.2. Organização celular.
Ex.: Localizar os elementos da célula.
1.3. Organelas citoplasmáticas
(mitocôndria, cloroplasto, etc.)
1.4. Mitose
1.5. Meiose
1.6. Células eucariontes e procariontes
1.7. Célula animal e vegetal
(membranas, cloroplastos, ...)

OBJETIVOS
3.1. Situar através da observação e análise das suas características gerais, vírus, bactérias protozoários e fungos nos seus grupos específicos de acordo com a classificação atual (monera, protozoa, sem reino definido)

3.2. Comprovar a importância econômica e/ou ecológica dos seres acima citados na produção de medicamentos, cosméticos, indústria alimentícia, decomposição da matéria orgânica, ciclo do nitrogênio e produção de oxigênio.

3.3. Identificar benefícios ou malefícios na relação dos vírus, bactérias, protozoários e fungos com outros seres vivos.

3.4 Comprovar a interferência dos vermes, moluscos, artrópodes, poríferos, cnidários e equinodermos no contexto global da vida dos seres humanos e de outros animais.

CONTEUDOS

3.2. Importância econômica e ecológica dos seres vivos e dos vírus. Ex. Decomposição da matéria orgânica, exportação de cogumelos comestíveis...


3.3. Relação com outros seres vivos. Benéficas: fermentação de massas, leite, etc., constituição da fauna e flora intestinais, xampus, cremes etc. Maléficas: diversas doenças (Pneumonia, tuberculose, dengue, gripe, meningite, hepatites, DSTs / AIDS).

3.4. Animais invertebrados e suas relações com outros animais. Ex.: Doenças (verminoses), alimentação (crustáceos e moluscos), cosmética (creme capilar à base de ostras).

OBJETIVOS
4.1. Identificar nos vegetais suas estruturas fundamentais e respectivas funções.
- Reconhecer a importância do estudo e preservação das plantas e sua diversidade como um fator de equilíbrio ecológico.
4.2. Identificar a forte relação das plantas com seres humanos e animais.

4.3. Constatar o papel das plantas no equilíbrio ecológico
CONTEUDOS
4. ESTRUTURAS E FUNÇÕES DOS VEGETAIS
4.1. Biologia das plantas (raiz, caule, folhas, flores e frutos)
- Fotossíntese. Ex: Escrever a equação da fotossíntese, citar os produtos da fotossíntese...

4.2. Alimentação vegetariana; fitoterapia (medicamentos); indústrias de móveis etc.

4.3. Plantas e equilíbrio ecológico
Ex. reflorestamento, jardinagem

OBJETIVOS
5.1. Identificar o ser humano como organismo complexo que está em constante interação com o meio ambiente e outros seres da natureza.

5.2. Reconhecer que os processos de digestão, respiração, circulação e excreção são imprescindíveis para a sobrevivência dos seres humanos porque exercem função de nutrição.

5.3. Relacionar revestimento corporal, locomoção, sustentação com as funções de interação do organismo com o meio ambiente.

5.4. Compreender, em situações do cotidiano que o organismo possui diferentes mecanismos de defesa.

5.5. Definir a reprodução humana como mecanismo fundamental de perpetuação da espécie (reprodução humana)
- Identificar e diferenciar os órgãos do aparelho reprodutor masculino e feminino.
- Avaliar a eficiência, adequação e necessidade dos métodos contraceptivos.

CONTEUDOS
5. BIOLOGIA HUMANA
5.1. O Homem



5.2. Funções de nutrição.
(digestão, respiração, circulação e excreção)



5.3. Funções de relação.
(locomoção, tato, visão, olfato, audição)


5.4. Sistema imunológico.
(leucócitos, linfa)

5.5. Reprodução humana.
Ex.: citar etapas da fecundação, ciclo menstrual

- Aparelho Reprodutor.

- Métodos contraceptivos. Ex.: Camisinhas, DIU, laqueaduras etc.

OBJETIVOS

5.6. Identificar e caracterizar o sistema nervoso e sua unidade morfofisiológica, o neurônio.

5.7. Identificar, localizar e diferenciar os diversos tipos de glândulas e suas respectivas funções no organismo.

5.8. Compreender que a saúde está intimamente ligada a bons hábitos e condições saudáveis.

5.9. Identificar doenças que afetam o organismo humano, suas causas e ações preventivas.

CONTUDOS
5.6. Sistema nervoso
(estrutura do neurônio)

5.7. Sistema hormonal
(glândulas exócrinas e endócrinas)

5.8. Vida e saúde
Ex. atividade física, alimentação saudável, cuidados com a pele, lazer, descanso, etc.
5.9. Doenças que afetam o organismo humano e hábitos prejudiciais.
Ex. Diabetes, bócio, estresse, alergias, câncer, DSTs, AIDS, alcoolismo, tabagismo.

6.1. Situar historicamente a genética e caracterizá-la como ciência da hereditariedade.
- Explicar a hereditariedade e seus mecanismos de transmissão, baseando-se nos trabalhos de Mendel.

6.2. Conhecer os conceitos básicos da genética e aplicá-los, quando for necessário.

6.3. Caracterizar e explicar os mecanismos que causam o daltonismo e a hemofilia na espécie humana.
6.4. Caracterizar e explicar as síndromes que resultam de anomalias cromossômicas.

6.5. Interpretar, através de cruzamentos, as possíveis descendências relacionadas ao sistema ABO e ao fator Rh

6.6. Compreender a importância da engenharia genética na melhoria da qualidade de vida do planeta e conseqüentemente da espécie humana e de outros seres vivos
CONTEUDOS

6. CONTINUIDADE DA VIDA (GENÉTICA)
6.1. Fundamentos da hereditariedade. Mendel: o pai da genética
- Primeira e segunda leis de Mendel (Monoibridismo e diibridismo)

6.2. Conceitos básicos (Caráter, genótipo, fenótipo, homozigoto, heterozigoto, recessivo, dominante, autossomo e alossomo)

6.3. Daltonismo e Hemofilia

6.4. Síndrome de Down. Ex.: Por que a síndrome de Down é denominada uma trissomia ?

6.1. Sistema ABO e fator Rh. Ex.: Eritroblastose fetal
Ex:

6.2. Engenharia genética. Alimentos trangênicos, clonagem, vacinas gênicas, terapias gênicas, teste de DNA, projeto genoma, cura de doenças, recuperação de espécies em extinção etc.




7.1. Compreender o ecossistema como um conjunto vivo com relativa auto-suficiência, onde se estabelece uma forte interdependência entre os seres vivos, e os elementos físicos e químicos da natureza.
7.2. Identificar e caracterizar diferentes ecossistemas.

7.3. Relacionar as atividades dos seres vivos com a estrutura e composição da biosfera.

7.4. Conceituar e identificar habitat, nicho ecológico, população, comunidade, etc.
CONTEUDOS

7. INTERAÇÃO DOS SERES VIVOS (ECOLOGIA)
7.1. Ecossistemas (conceito)

7.2. Tipos de ecossistemas (marinho, terrestre, etc.)

7.3. Os seres vivos e a biosfera (todo o fazer do ser humano e sua relação com o clima, espaço geográfico, trabalho, relações sociais)

7.4. Conceitos básicos de habitat, nicho ecológico, população, comunidade.

OBJETIVOS

7.5. Identificar, conceituar e analisar relações de interdependência entre os componentes de um ecossistema.

7.6. Distinguir os seres produtores dos consumidores

7.7. Compreender que o fluxo de energia é indispensável para a manutenção da biosfera

7.8. Identificar fenômenos e práticas que causam desequilíbrio ambiental.

7.9. Caracterizar os diversos tipos de poluição

7.10. Compreender os males causados pela poluição ao planeta e a todos os seus componentes.
CONTEÚDOS
7.5. Relações ecológicas (harmônicas e desarmônicas)

7.6. Cadeias e teias alimentares

7.7. Fluxo de energia (pirâmides de energia e de massa)

7.8. Efeito estufa, chuva ácida, etc.

7.9. Poluição aérea, do solo, da água, etc.

7.10. Prejuízos causados pela poluição

INDICAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS


AMABIS, José e MARTO, Gilberto. Fundamentos da Biologia Moderna. Vol. Único. São Paulo: Moderna, 1999.

LOPES, Sônia. Biologia, Volume único. 1ª edição. São Paulo: Saraiva, 1999.

PAULINO, Wilson. Biologia, Volume único. 7ª edição. São Paulo: Ática, 2002.

PAULINO, Wilson. Ecologia atual. 5ª edição. São Paulo: Ática, 2000.

FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO. TELECURSSO 2000, Biologia. Volume 1 e 2. FIESP – CIESP – SESI – SENAI – IRS. São Paulo: Globo Editora, 1995.

Nota: Complemente seus estudos através de jornais, revistas, folhetos informativos variados, filmes, fitas de vídeo, programas de rádio e televisão, congressos em geral, participação em atividades comunitárias etc. Enfim, aproveite todas as oportunidades em sua volta, que lhe possibilite estar informado e formar sua opinião própria.

terça-feira, 25 de maio de 2010

CRONOGRAMA DE JUNHO-Ens Médio


11/06 - MATEMÁTICA (8h) (sexta -feira)
Inglês e Espanhol (10h)
14/06 - HISTORIA (08h) (segunda-feira)
SOCIOLOGIA (10h)
15/06 _ GEOGRAFIA (8h) (terça-feira)
FILOSOFIA (10h)
16/06 – QUIMICA (08h) (quarta-feira)
BIOLOGIA (10h)
17/06 – PORTUGUES (08h) (quinta-feira)
FÍSICA (10h)

CRONOGRAMA DE JUNHO-Ens Fundamental


• 11/06 CIÊNCIAS 14h ( sexta-FEIRA
• 14/06 MATEMÁTICA 14h(SEGUNDA)
• 15/06 GEOGRAFIA 14h (TERÇA-FEIRA)
• 16/06 PORTUGUES 14h ( quarta-FEIRA)
• 17/06 HISTÓRIA 14h (quinta-FEIRA)

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Informe-se

Informações pela internet sobre CPA:

SITE DO GOVERNO:

http://www.sec.ba.gov.br/ed_jovenseadultos/cpa.htm


BLOG DA ESCOLA:
http://olavogalvaocpa.blogspot.com


NO ORKUT:
Pesquisar o nome: Olavo Galvão

EMAIL: olavogalv@hotmail.com

75- 3631 7084